quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Quatro ações para o Desenvolvimento Sustentável

Amigo do Desenvolvimento Sustentável, a Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos sociais, ambientais e econômicos.

Os empresários já perceberam que a Gestão pela Sustentabilidade é uma questão financeira e buscam soluções no mercado para adequar seus negócios, criando e mantendo vantagem competitiva.

Quatro ações para você implementar em seu negócio:
  1. Conhecer e gerenciar os requisitos legais obrigatórios do seu negócio e sua contabilidade socioambiental. Com indicadores para a Sustentabilidade. 
  2. Criar e gerenciar seus resíduos sólidos através do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) onde garante a rastreabilidade dos resíduos desde a sua geração até sua destinação final, aplicando técnicas para redução e maximização dos resultados. Temos a ferramenta pra você atender a logística reversa pré e pós-consumo e cria a Economia Circular - na prática - tendo seu resíduo como matéria prima.
  3. Desenvolver um projeto de Segurança das Pessoas (dentro e fora da sua Empresa), atingindo todos os níveis de organização e cumprir rigorosamente os requisitos obrigatórios. Pode incluir o Segurança e Saúde do Trabalho, do Alimento, de Eficiência Energética entre outras.
  4. Programa de Sensibilização, no modelo TOP-DOWN, atingindo todos os níveis da sua Empresa. A ideia é dar uma percepção clara a todos os stakeholders a importância e os benefícios que a sustentabilidade traz para o crescimento e perenidade da empresa como o código de ética e conduta, programa de voluntariado empresarial, semana da sustentabilidade com palestras e oficinas, ações de redução de resíduo, consumo de água, educação ambiental e até onde a imaginação permitir.

Tais iniciativas permitirá o reposicionamento do seu negócio para o público interno e externo.

BIOTERA, trabalhando para você e como você para a Economia, o Meio Ambiente e a Segurança das pessoas mais saudáveis.





quinta-feira, 11 de agosto de 2016

100% reciclável. Você consegue rastrear e demonstrar

Olá amigo do Desenvolvimento Sustentável. Vamos em frente, com energia, cabeça erguida e que nossa vontade de fazer o que é certo, do jeito certo supere todas as adversidades que encontramos.

A matéria não é sobre Greenwashing. E que, a meu ver – opinião do autor deste texto - foi o que aconteceu na bonita abertura da Olimpíada. Porque se deseja um mundo melhor, tem que fazer por isso e demostrar sua ações e resultados.

Vamos ao que interessa.

A pergunta é: Suas embalagens levam ou você deseja que seu negócio tenha o famoso "100% reciclável"? Se sim, você precisa comprovar a origem e o processo da cadeia de reciclagem. Consegue?

Há uma solução. Rastrear o seu resíduo no pré e pós consumo por toda a cadeia produtiva. A BIOTERA sabe como:

As tecnologias precisam ser distintas, porque são públicos e momento diferentes de geração, mas são integradas no MSR – MANEJO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUO (aplicativo web e mobile). Tecnologia e corpo técnico capacitado e habilitado para implementa-lo.


Tecnologias que agregam valor ao seu negócio (conhecimento e maximização da gestão de resíduo) que permite a inclusão social – criação e implementação da Economia Circular, elimina os intermediários, consolida os resíduos de uma região, possibilita mais investimentos em tecnologias no final do tudo e, por fim, teremos uma população municiada e informada para cumprir com suas obrigações.

Conte conosco.


BIOTERA, trabalha com você e para você.



quinta-feira, 28 de julho de 2016

Aplicativos para o seu desenvolvimento sustentável

Olá amigo do Desenvolvimento Sustentável, sempre um grande prazer interagir com você.
 

A BIOTERA  é a empresa de projetos e negócios sustentáveis, com foco em Meio Ambiente e Segurança das Pessoas, integrando soluções.

Aplicativos - web e mobile integrados - essenciais para qualquer negócio, indiferente do seu segmento de atuação, sua localização e seu tamanho.

GLAS: Gestão e Assessoria em Requisitos Legais obrigatórios (3 esferas e seus próprios requisitos) com a gestão da contabilidade socioambiental. Em todo o Brasil e também já estamos no Argentina e México.

MSR: Manejo Sustentável de Resíduos, com total rastreabilidade e integridade dos resíduos desde sua geração até a destinação final. Única ferramenta que permite a logística reversa pré e pós consumo, integrando toda a cadeia de resíduo, criando o seu PGRS - Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (exigido por lei). Garante a implementação da nova Economia, a ECCC - Economia Circular, a partir do resíduo sólido gerado pelo seu negócio.


Ferramentas desenvolvidas em alta tecnologia garantindo solidez, performance e confiabilidade. Da sua mesa, do seu telefone e de qualquer lugar que estiver e quando quiser.

Então está criad a plataforma que conecta a cadeia de serviços para o seu resíduo, removendo qualquer intermediário de uma forma nunca antes possível, isto é, os que não estão em conformidade com seu negócio serão removidos naturalmente.

Agrega qualidade ao serviço prestado, além de custos menor que o tradicional, agregando qualidade e facilidade na operação e auditoria e o monitoramento em tempo real. 

Estamos a disposição

BIOTERA, trabalha com você e para você.



quarta-feira, 20 de julho de 2016

A competitividade através dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Olá amigo do Desenvolvimento Sustentável. Abaixo o Decreto do Estado de São Paulo sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS.

Planos e ações para atingir o ODS serão os diferenciais competitivos para os negócios públicos e privados. 

Cidades para a implementação de fábricas, indústrias, comércios e serviços não serão mais analisados pelos apelos fiscais - ou guerra fiscal -  mas sim onde há qualidade de vida, educação, saúde, mobilidade entre outros. Onde possa ter uma população feliz e próspera. 

Quer atrair investimento pra sua cidade? Crie políticas públicas que incentivam novo modelo de negócio, visando o crescimento sustentável da sua cidade.

Seu negócio esta preparado para o ODS? Você pode e deve contribuir muito. Seu negócio atingirá outro nível de satisfação dos seus colaboradores (diretos e indiretos), a comunidade onde esta inserido, seus clientes e todos os envolvidos (os tais stakeholders). 

Ótimo momento para questionar seus candidatos locais o que pensam sobre o tema e, muito mais do que falar o que irá fazer, peça pra demonstrar como irá fazer.

Se quer saber sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, envie-nos um email e teremos o prazer em atende-lo.
 
DECRETO Nº 62.063, DE 27 DE JUNHO DE 2016

Constitui Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI com a finalidade de implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS, aprovados na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, ocorrida na sede da Organização das Nações Unidas - ONU, no período de 25 a 27 de setembro de 2015, no âmbito do Estado de São Paulo

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta: Artigo 1º - Fica constituído Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI, objetivando implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS, aprovados na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, ocorrida na sede da Organização das Nações Unidas - ONU, no período de 25 a 27 de setembro de 2015, com o propósito de:
  • I - articular os elementos orientadores da implementação subnacional dos ODS no contexto das políticas públicas estaduais;
  • II - estabelecer diretrizes para a implementação dos ODS;
  • III - promover o desenvolvimento de iniciativas com a finalidade de garantir a efetividade dos ODS;
  • IV - fortalecer a interação entre as diversas instituições estaduais cuja temática se relacione com os ODS;
  • V - avaliar, periodicamente, os resultados alcançados, contribuindo para a adoção dos ajustes que se fizerem necessários;
  • VI - promover, junto à Administração Pública estadual, a disseminação dos conhecimentos e resultados obtidos.
Artigo 2º - O Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI será integrado por membros que representem: I - a Casa Civil, do Gabinete do Governador; II - a Secretaria do Meio Ambiente; ...
  § 1º - Os membros do GTI serão designados por meio de resolução do Secretário-Chefe da Casa Civil, mediante indicação dos Titulares dos órgãos representados. § 2º - O Secretário-Chefe da Casa Civil indicará o coordenador geral dos trabalhos do GTI. § 3º - A Unidade de Apoio ao Assessoramento em Assuntos Internacionais, da Casa Civil, do Gabinete do Governador, prestará o suporte técnico-administrativo necessário ao desenvolvimento das atividades do GTI. § 4º - O GTI poderá convidar técnicos que não integrem a Administração Pública estadual para participar de suas reuniões, com notória especialização na matéria a ser discutida, sem ônus para a Fazenda do Estado. Artigo 3º - Compete ao coordenador geral dos trabalhos do Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI: I - representar o GTI; II - convocar e presidir as reuniões do GTI; III - dirigir as atividades do GTI. Artigo 4º - O Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI deverá apresentar anualmente, aos dirigentes dos órgãos elencados nos incisos I a XXIV do artigo 2º deste decreto, relatório das atividades realizadas no período. Artigo 5º - As funções de membro do Grupo de Trabalho Intersecretarial - GTI não serão remuneradas, mas consideradas como serviço público relevante. Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 27 de junho de 2016


quarta-feira, 13 de julho de 2016

A tecnologia no gerenciamento de resíduos sólidos


Amigo do Desenvolvimento Sustentável, agradecemos sua participação interagindo conosco ou mesmo através da leitura. Nossa ideia é levar o conhecimento a todos. Hoje o último artigo sobre resíduos sólidos. Pesquisado e escrito por Priscila Leal, gestora ambiental e colaboradora da BIOTERA. 

No artigo Consumo e a Geração de Resíduos Sólidos, mostramos que conforme evolui na sociedade, mais gera resíduos. Isto está atrelado ao poder de consumo de cada indivíduo, e das indústrias e empresas que fabricam. Mesmo que implantado um programa de prevenção - ou seja, de redução no consumo e consequentemente na geração de resíduos - com sucesso, ainda haverá resíduos e rejeitos. Desta forma, é preciso dar atenção as novas tecnologias que tratam e gerenciam os resíduos.

O modelo convencional, que ainda insiste em ser aplicado, de disposição e tratamento de resíduos, que é caracterizado pela presença de aterros sanitários controlados e não controlados (lixões), subestima o potencial econômico disposto nestes resíduos.

A utilização de novas tecnologias no tratamento de resíduos, como usinas de reciclagem, usinas de compostagem e de aproveitamento energético dos resíduos, vem surgindo como medida viável para tentar reverter esse quadro. Estas tecnologias, por sua vez, trazem consigo ganhos consideráveis quando levamos em conta, por exemplo, o fato dos resíduos recicláveis retornarem para o ciclo produtivo como matérias-primas.

Nos aspectos econômicos, há geração de emprego e renda no setor de reciclagem, e consequentemente na redução do custo industrial, onde há a possibilidade do setor produtivo consumir os insumos recicláveis. Temos também a possibilidade de reduzir custos do ponto de vista energético, já que algumas tecnologias (como biodigestores) oferecem a possibilidade do reaproveitamento dos resíduos para geração de energia, o que pode nos levar a um processo energeticamente autossustentável, bem como beneficiar comunidades vizinhas com essa cogeração.

O aspecto social também está diretamente relacionado à inclusão dos catadores de materiais recicláveis, através da criação de postos de trabalho. Eles representam os atores mais importante da reciclagem, pois atuam diretamente na separação de materiais, representando assim a mola propulsora da cadeia produtiva do setor, uma vez que são eles que alimentam as indústrias com os insumos recicláveis.

O governo, por sua vez, através de políticas públicas de incentivo deve estimular a formação de organizações sociais (cooperativas e associações), no intuito de elevar seu poder de mercado e, consequentemente, uma distribuição da fatia de renda mais equilibrada. Ainda no que se refere às contribuições governamentais, políticas públicas devem oferecer a esses atores linhas de crédito especiais para financiamento de máquinas, equipamentos e instalações, bem como isenções fiscais e, acima de tudo, leva-los conhecimento e qualificação.

As empresas hoje tem uma forte demanda para saber exatamente onde seus resíduos vão parar. Há dificuldades em gerenciar todo o processo dos resíduos, assim, há a necessidade de criar outros mecanismos não só para tratamento de resíduos, mas ferramentas e sistema que possibilitam o gestor uma forma mais simplificada e eficaz na gestão.

Assim, a BIOTERA, com uma inovadora tecnológica, busca sempre trazer novos mecanismos para facilitar a gestão de Resíduos. Desenvolvemos a ferramenta MSR - MANEJO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS (EMPRESA E VAREJO) - que garante a rastreabilidade, a logística reversa, o monitoramento de seus fornecedores na cadeia, a contabilidade do resíduo, interface com os órgãos ambientais. 

Tudo isso em tempo real. Acompanhará tudo de do seu smartphone, computador ou tablet conectado a internet. Chamado de UBER ECONOMIA do RESÍDUO.

Utilizamos conectividade, geração de código próprio, código esse rastreado em qualquer lugar do planeta, hospedagem em nuvem, criptografia. O que há de melhor atualmente em tecnologia.

O MSR garante quantidade e qualidade de qualquer resíduo sólido, facilitando a entrada de novas tecnologias no final do tudo.

Entre em contato conosco e conheça o Manejo Sustentável de Resíduos!


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Consumo verde, responsável e sustentável: como reduzir resíduos

Amigo do Desenvolvimento Sustentável, segue nosso quarto episódio sobre o Resíduo Sólido. Por favor, gostaríamos da sua interação fazendo comentários, ideias, críticas. Tudo que venha somar.
Não esqueça dos tópicos anteriores:
A abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial, é considerada, frequentemente, um símbolo do sucesso das economias modernas. No entanto, esta abundância passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades modernas.

Todas as escolhas de consumo trazem algum tipo de consequência para o mundo. Essa consequência será boa ou ruim é o que determinará se você está praticando o consumo sustentável ou não. Antes de falarmos sobre o consumo sustentável, devemos analisar as novas formas de consumo que o englobam:
Consumo verde: é aquele em que o consumidor, além de buscar melhor qualidade e preço, inclui em seu poder de escolha, a variável ambiental, dando preferência a produtos e serviços que não agridam o meio ambiente, tanto na produção, na distribuição, no consumo e no descarte final. Esta estratégia tem alguns benefícios importantes, como o fato de os cidadãos comuns sentirem, na prática, que podem ajudar a reduzir os problemas ambientais. Mas a estratégia de consumo verde tem algumas limitações. Os consumidores são estimulados a trocar uma marca X por uma marca Y, para que os produtores percebam que suas escolhas mudaram. A possibilidade de escolha, portanto, acabou se resumindo a diferentes marcas e não entre consumismo e não-consumismo.

Consumo ético, consumo responsável e consumo consciente: estas expressões surgiram como forma de incluir a preocupação com aspectos sociais, e não só ecológicos, nas atividades de consumo. Nestas propostas, os consumidores devem incluir, em suas escolhas de compra, um compromisso ético, uma consciência e uma responsabilidade quanto aos impactos sociais e ambientais que suas escolhas e comportamentos podem causar em ecossistemas e outros grupos sociais, na maior parte das vezes geográfica e temporalmente distantes.

Consumo sustentável: esta proposta se propõe a ser mais ampla que as anteriores, pois além das inovações tecnológicas e das mudanças nas escolhas individuais de consumo, enfatizam ações coletivas e mudanças políticas, econômicas e institucionais para fazer com que os padrões e os níveis de consumo se tornem mais sustentáveis. Mais do que uma estratégia de ação a ser implementada pelos consumidores, consumo sustentável é uma meta a ser atingida.

Além disso, a preocupação se desloca da tecnologia dos produtos e serviços e do comportamento individual para os desiguais níveis de consumo. Afinal, meio ambiente não está relacionado apenas a uma questão de como usamos os recursos (os padrões), mas também uma preocupação com o quanto usamos (os níveis), tornando-se uma questão de acesso, distribuição e justiça social e ambiental.

Utilizando como exemplo a área de transportes, na estratégia de consumo verde haveria mudanças tecnológicas, para que os carros se tornassem mais eficientes e menos poluentes, e mudanças comportamentais dos consumidores, que considerariam essas informações na hora da compra de um automóvel. Na estratégia do consumo sustentável, haveria também investimentos em políticas públicas visando à melhoria dos transportes coletivos, ao incentivo aos consumidores para que utilizem esses transportes e ao desestímulo para que utilizam o transporte individual (como por exemplo, a proibição da circulação de carros em certos locais e horários). A ideia de um consumo sustentável, portanto, não se limita a mudanças comportamentais de consumidores individuais ou, ainda, a mudanças tecnológicas de produtos e serviços para atender a este novo nicho de mercado, mas sim ao não-consumismo. A inclusão da pergunta: “realmente preciso comprar isto? ”.

É com esta pergunta que podemos refletir sobre o princípio de prevenção como forma de diminuir o consumismo (colocar link do texto anterior, consumismo..), e consequentemente a menor geração de resíduos.
Todos nós podemos contribuir para minimizar os problemas causados pelos resíduos com pequenas ações no dia-a-dia. Veja algumas dicas:
  • pense se realmente precisa de determinados produtos;
  • compre somente o necessário para o consumo, evitando o desperdício;
  • planeje a compra de alimentos para não haver desperdício, dimensionando a compra de produtos perecíveis com as reais necessidades da família e com as possibilidades de uso;
  • compre produtos duráveis e resistentes, evitando comprar produtos descartáveis;
  • reduza a quantidade de pacotes e embalagens (evitar comprar frutas, verduras e legumes embalados; dar preferência para produtos vendidos a granel - você pode levar de casa a embalagem para esses produtos; escolher produtos com menor número de embalagens; comprar produtos concentrados que possam ser diluídos antes do uso; comprar produtos em embalagens econômicas que possuem menos embalagem por unidade de produto; comprar produtos que tenham refil; levar sacolas ou carrinho de feira para carregar as compras, em substituição às sacolas oferecidas nas lojas e supermercados);
  • compre produtos cujas embalagens são reutilizáveis e/ou recicláveis;
  • compre produtos reciclados e/ou que a embalagem seja feita de um material reciclado;
  • escolha produtos de empresas certificadas que desenvolvem programas socioambientais e/ou que sejam responsáveis pelos produtos pós-consumo;
  • evite a compra de produtos que possuem elementos tóxicos ou perigosos;
  • empreste ou alugue equipamentos que não são usados com frequência, ao invés de comprá-los;
  • conserte produtos em vez de descartá-los e substituí-los por novos;
  • doe produtos que possam servir a outras pessoas;
  • reutilize materiais e embalagens;
  • separe os materiais recicláveis e os encaminhe para artesãos, catadores, entidades ou empresas que reutilizarão ou reciclarão os materiais;
  • faça sua própria compostagem, quando for possível;
  • organize-se em seu trabalho/escola/bairro/comunidade a iniciar um projeto piloto de separação de materiais recicláveis;
  • evite gastos de papel e outros materiais desnecessários ao embrulhar presentes;
  • evite a compra de cadernos e papéis que usam cloro no processo de branqueamento;
  • não descarte remédios no lixo; o mesmo vale para material usado em injeções e curativos feitos em casa. Procure com o seu farmacêutico ou nos postos de saúde uma alternativa de descarte mais adequada;
  • leia os rótulos dos produtos para conhecer as suas recomendações ou informações ambientais;
  • use detergentes e produtos de limpeza biodegradáveis;
  • utilize pilhas recarregáveis ou alcalinas;
  • deixe a bateria usada do seu carro no local onde adquiriu a nova e certificando-se que existe um sistema de retorno ao fabricante; isso vale também para os pneus e peças do veículo nos mecânicos e oficinas.
  • colecione dicas ambientais sobre consumo sustentável e compartilhá-las com seus amigos, etc. 
Por fim, é fundamental que o consumidor cobre uma postura ética e responsável de empresas, governos e de outros consumidores. Deve, ainda, buscar informações sobre os impactos dos seus hábitos de consumo e agir como cidadão consciente de sua responsabilidade em relação às outras pessoas e aos seres do planeta.
As empresas devem agir de forma socialmente e ambientalmente responsáveis em todas as suas atividades produtivas. Nesse sentido, responsabilidade social empresarial significa adotar princípios e assumir práticas que vão além da legislação, contribuindo para a construção de sociedades sustentáveis. Fonte: Portal Mec, Manual de Educação para o Consumo Sustentável.

Por Priscila Leal, gestora ambiental e consultoria BIOTERA.